sexta-feira, 11 de abril de 2008

O Cine PE vem aí

A comissão organizadora do Cine PE divulgou na segunda-feira (7) a programação da 12ª edição do evento. Entre os dias 26 de abril e 4 de maio serão apresentados 58 filmes, com 43 curtas e 15 longas-metragens.

O festival começa na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), nos dias 26 e 27, com a exibição 11 curtas, todos pernambucanos. O ingresso é R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia) e as sessões começam às 19h. A mostra competitiva, principal atrativo do evento, inicia em seguida, dia 28, no Cine Teatro Guararapes, sempre às 18h30, com ingressos por R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia). Aí irão competir 40 trabalhos – 31 curtas e 9 longas-metragens.

As outras obras serão apresentadas em exibições paralelas.Além de películas, o festival aparece com uma programação recheada de eventos: seminários (no Recife Palace Hotel), oficinas de especialização (na Fundação Joaquim Nabuco) e o lançamento do livro “Economia da Cultura: A Indústria do Entretenimento e o Audiovisual no Brasil” (no Teatro Guararapes), de Alfredo Bertini, o diretor do festival.

Programação completa no site do Cine PE.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

1º Festival de Cinema de Triunfo abre inscrições

Pernambuco ganha um novo festival de cinema. Entre os dias 12 e 16 de julho, o município de Triunfo, localizado no Sertão do Pajeú, será transformado no centro da sétima arte. O 1º Festival de Cinema de Triunfo – que acontece durante a 50ª Festa do Estudante, entre os dias 12 e 19 do mesmo mês – vai distribuir R$ 23 mil entre os melhores longas-metragens, curta-metragens, documentários e vídeos produzidos no Estado e no Brasil. As inscrições para participar da mostra competitiva começaram no dia 1º de abril. A iniciativa, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), faz parte do novo modelo de gestão que vem priorizando a interiorização da cultura e tem o objetivo de consolidar o evento no calendário artístico estadual.
Poderão participar da mostra competitiva os trabalhos nas categorias longa-metragem (até 150 minutos); curta-metragem (até 25 minutos); vídeos originários do concurso Revelando Brasis (até 25 minutos), promovido pelo Ministério da Cultura; filmes, documentários e vídeos de curta-metragem pernambucanos (até 25 minutos).
Para as categorias curta-metragem e longa-metragem, serão aceitas as inscrições de filmes brasileiros finalizados entre 2006 e 2008 (ficção ou documentário), realizados em qualquer formato, mas com cópia de exibição em 35 mm. Os filmes e vídeos de curta-metragem pernambucanos também devem ter sido finalizados entre 2006 e 2008, realizados em qualquer formato e com cópia de exibição em miniDV.
O Festival também terá uma mostra de vídeos produzidos dentro de cidades pequenas, através do projeto Revelando os Brasis, realizado em parceria com Instituto Marlin Azul e MinC, que financia projetos de vídeos moradores das cidades com até 20 mil habitantes em todo o país, como é o caso de Triunfo. Uma comissão nomeada pela Fundarpe escolherá os concorrentes.
Os interessados em participar do processo seletivo devem fazer a inscrição no protocolo da sede da Fundarpe, localizada na Rua da Aurora, 463/469, Boa Vista, das 8h às 14h, até o dia 16 de maio. Também serão aceitas propostas enviadas por Sedex, postadas até o último dia de inscrição. O edital e o formulário de inscrição está disponível na página da Fundarpe na Internet (www.fundarpe.pe.gov.br).

PREMIAÇÃO – Serão conferidos troféus e prêmios em dinheiro para os vídeos e filmes vencedores da competição. O melhor longa-metragem escolhido pelo Júri Oficial receberá R$ 7 mil, enquanto que o melhor curta-metragem, também segundo a mesma comissão julgadora, ganhará R$ 3 mil. O Júri Popular será responsável pela premiação em quatro categorias: melhor longa-metragem (R$ 7 mil), melhor curta-metragem (R$ 3 mil), melhor vídeo para Mostra Revelando Brasis (R$ 1,5 mil) e melhor vídeo pernambucano (R$ 1,5 mil).
Além dos prêmios em dinheiro, o Júri Oficial vai conferir o Troféu Careta aos melhores profissionais que atuaram nos longa-metragens e curta-metragens. Na categoria longa-metragem, será entregues prêmios honrosos para melhor direção, melhor fotografia, melhores montagem, trilha sonora, direção de arte,produção, som, melhor ator e melhor atriz. No caso dos curta-metragens, haverá premiação para melhor direção, melhor fotografia, melhor montagem, melhor trilha sonora, melhor direção de arte, melhor ator e melhor atriz.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

É Tudo Verdade em Recife

Ao falar sobre as datas e os locais do festival de documentários É Tudo Verdade, o Gedoc mencionou que aconteceria em abril, nas cidades Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Mas, ao olhar direitinho o site do evento, percebemos que ele vai ocorrer também em Caxias (RS) e Recife! É um erro muito bom de corrigir.

A Fundação Joaquim Nabuco vai sediar o festival de 17 a 20 de abril, com um total de 7 documentários a serem exibidos.

Olha aí a programação:

17/04 (quinta-feira)
19h (Abertura) – Vencedor da Competição Brasileira Longa/Média Metragem

18/04 (sexta-feira)
17h – Descrição de uma Memória / Dan Geva / 80min – VÍDEO
19h – Paulo Gracindo - O Bem-Amado / 84min – 35mm

19/04 (sábado)
17h – Geração 68 / Generation 68 / Simon Brook / 53min – VÍDEO
19h – Sem Fim à Vista / No End In Sight / Charles Ferguson / 102min – VÍDEO

20/04 (domingo)
17h – A Paixão segundo Callado / José Joffily / 57min – VÍDEO
19h – O Coração Vagabundo / Fernando Grostein Andrade / 60min – VÍDEO

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Documentário brasileiro sobre globalização é destaque em festival uruguaio

O documentário “Encontro com Milton Santos ou o Mundo Global Visto do Lado de Cá”, do diretor brasileiro Silvio Tendler, foi um dos destaques do 26º Festival Cinematográfico Internacional do Uruguai.
O filme de Tendler mostra o fenômeno da globalização da perspectiva periférica defendida pelo geógrafo e pensador, Milton Santos, falecido em 2001. Veículos de imprensa populares, cineastas que gravam em seus próprios bairros e histórias de vida e luta dos mais pobres, são a base de um documentário que pode ser tido como um "testamento" dopensador brasileiro.
O diretor explicou que de acordo com a visão do protagonista (o próprio Milton Santos), a globalização se transformou em um "'globalitarismo’, seqüestrado por um grupo de empresas" que não permitem o “desenvolvimento geral". Para ele as afirmações de Santos são "muito duras, mas também muito otimistas". Tendler levou cinco anos para preencher com imagens as conversas que teve com Santos, autor de livros como “A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção” (1996).
Além de "Encontro com Milton Santos ou o Mundo Global Visto do Lado de Cá", outros quatro documentários brasileiros marcaram presença no festival: "A Dança da Vida", de Juan Zapata; "Diário de Sintra", de Paula Gaitán;"Margem", de Maya Da-Rin e "Andarilho” de Cao Guimarães, responsável pela a abertura do festival.
O 26º Festival Cinematográfico Internacional do Uruguai foi realizado do dia 02 até o último dia 30. Durante esse período, o evento contou com uma ampla oferta de longas-metragens, documentários e curtas-metragens.

O Cineasta dos Vencidos

Sílvio Tendler é conhecido como "o cineasta dos vencidos" ou "o cineasta dos sonhos interrompidos", por abordar em seus filmes personalidades como Jango, JK, Carlos Marighela e Glauber Rocha. É, antes de tudo, um humanista que já produziu e dirigiu cerca de 40 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens em formato documental.
Acumula uma bagagem intelectual que inclui licenciatura em História pela Universidade de Paris, mestrado em Cinema e História pela École des Hautes-Études da Sorbonne e especialização em Cinema Documental aplicado às Ciências Sociais no Musée Guimet, da mesma universidade. Criou a Caliban Produções Cinematográficas, direcionada para biografias históricas de cunho social. É membro da Fundação Novo Cine Latino-americano, do Comitê de Cineastas da América Latina, presidente da Federação de Cineclubes do Rio de Janeiro e da Associação Brasileira de Cineastas. Em 1979, tornou-se professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-RJ.
O cineasta filmou documentários como: JK: Glauber o Filme-Labirinto do Brasil, O menino que sonhou um país, Dr. Getúlio-Últimos momentos, Marighela-Retrato falado do guerrilheiro (curta-metragem), Josué de Castro-Cidadão do Mundo, entre outros.
Com Glauber o Filme-Labirinto do Brasil, ganhou o Candango do júri popular (R$ 30 mil) com o prêmio da crítica, no 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2003 e o Prêmio Adoro Cinema Brasileiro 2005 na categoria de melhor diretor de documentário.

sexta-feira, 28 de março de 2008

A Ponte

por Hugo Bernardo

Foi ao ler o artigo “Jumpers” (saltadores), escrito pelo jornalista do The New Yorker Tad Friend, que o documentarista Eric Steel teve a idéia de seu próximo projeto. O texto tratava de acontecimentos que se tornaram habituais para os que transitam pela ponte Golden State, na Califórnia, presenciarem; pessoas escolhem esse local para cometerem suicídios. E é isso que Steel pretende enfatizar no seu perturbador documentário A Ponte (The Bridge, EUA, 2006).




O problema inicial em trabalhar com esse tema é que nenhum governo gostaria de ter uma reputação dessas para seu maior patrimônio. Muito menos que alguém fizesse uma obra de impacto mundial apontando esse fato. Então, como o documentarista poderia obter uma licença para trabalhar seu tema? No caso de Steel, ele teve que mentir. E é aí que entra o primeiro embate ético que está ligado à obra. Ele disse para o comitê local que pretendia “filmar a poderosa e espetacular interação entre o monumento e a natureza”. Só depois de quase dois anos (as filmagens duraram todo o ano de 2004) que todos perceberam que foram enganados.

Com a liberação do governo local para realizar as filmagens, Eric Steel e sua equipe armaram diversas câmeras, em vários pontos diferentes do local. O cenário estava pronto. E, de acordo com as estatísticas (que apontam para um suicídio a cada quinze dias), o realizador teria bastante conteúdo para trabalhar em seu documentário. O que restava, então, era esperar. Mas, o que Steel esperava filmar é algo que, em termos éticos, é complicado assentir que é correto. Ele captava as pessoas se matando sem interferir nos atos. Isso é certo? Muita gente pode achar a idéia horrível demais e não se sujeitar a vê-la.

A idéia do documentário é querer explicar – a partir de amigos e familiares dos que se suicidaram na ponte – os fatos que levaram estas pessoas a tirarem suas próprias vidas. Há muito tempo que o suicídio fascina as pessoas; pode ser visto como um ato híbrido entre medo e coragem. O estilo de Steel de abordar o tema na obra é interessante. Ele não dá bola para alguns artifícios típicos do documentário – como a narração em off ou sua presença conduzindo as entrevistas (ele nunca aparece na projeção) –, o cineasta opta, na verdade, por tentar captar o “real” sem camadas, de forma crua e direta. No filme isso é traduzido na maneira despretensiosa que ele constrói as seqüências dos acontecimentos, do jeito que eles se desenvolveram originalmente.

O documentário começa com o que aparenta ser um dia normal na Califórnia. Pessoas e carros transitam a ponte Golden State e, lá embaixo, surfistas alçam pequenos vôos com o kite surf (um tipo de surf que usa pipas). Então, a câmera pousa num homem que contempla o lugar. Ele parece ser uma pessoa normal; usa um boné vermelho e camisa verde, aparência tranqüila. No momento seguinte, ele dá um rápido salto pelo pequeno muro de proteção e se joga. A queda é filmada na integra. Tudo isso em menos de cinco minutos de projeção. Daí dá pra perceber que as imagens que veremos no filme não são de fácil assimilação.

Um dos casos interessantes narrados pelo filme foi um salvamento forçado de uma quase-suicida. Richard Waters estava tirando fotos na Golden State, quando percebeu que uma mulher havia pulado o muro de proteção e estava prestes a cometer suicídio. Waters, então, revela que seu primeiro impulso foi de tirar fotos dela. “Quando eu estava atrás da câmera, era como se aquilo não fosse real”, explica. O interessante dessa idéia do rapaz é a possibilidade de traçar um paralelo com o próprio filme. Estamos vendo cenas impactantes e perturbadoras, mas por estarem filtradas pela câmera, o impacto do “real” acaba um pouco diluído.

Dentre os vários suicidas daquele ano (2004), Eric Steel escolheu um “personagem principal”. Gene usa camisa e calças pretas, óculos escuros e um longo cabelo preto. Em determinado momento, aprendemos, a partir de uma de suas amigas, que também as cortinas, paredes e lençóis em seu quarto eram pretos. “Era como se ele não quisesse contraste”, analisa. Ao longo da projeção o vemos andando de um lado pro outro da ponte, ao som de depoimentos de alguns amigos. Steel tenta compor um quadro de características de seu “personagem”, por quem aparenta ter certa afeição. Só que o trabalho acaba ficando distante e impessoal; não existe empatia, sentimos apenas pena de uma pessoa deveras perturbada.

E é isso que parece conectar essas pessoas; a melancolia. Todos carregam dentro de si problemas de relacionamento, depressão e outros transtornos. A música de Alex Heffes transpira esse sentimento. Os tons são, além de melancólicos, solitários. É uma trilha que capta bem a idéia proposta pelo tema do filme. Só que não é uma obra ficcional, e sim um documentário. A oposição a esse tipo de artifício (a música), dos mais ferrenhos defensores desse gênero, está no fato de que ela não cabe numa obra que se proponha representar a realidade tal como a vivemos. Quando andamos na rua, entramos num carro ou, no caso do filme, pulamos de uma ponte, não existe um piano leve no fundo que tenha o propósito de emocionar espectadores.

Fica a impressão, depois do filme, que o documentarista não fez nada de extraordinário no documentário. As imagens que ele captou são chocantes, mas ele dá a elas apenas uma idéia de espetáculo. Steel não aborda a facilidade que as pessoas têm de se suicidar na ponte Golden State, tampouco debate o suicídio em si. Parece mais uma oportunidade gratuita de trazer à tona uma discussão mórbida sobre o ato de filmar pessoas cometendo um fascinante e perturbador ato.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Palestra Mariana Baltar

Às 19h de amanhã (terça), o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPE oferece, em seu auditório, uma palestra com Mariana Baltar, doutora em comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ). Ela vai falar sobre “Realidade Lacrimosa - documentário e melodrama em narrativas contemporâneas”, enfocando documentários como “Ônibus 174” (José Padilha), “Um Passaporte Húngaro” (Sandra Kogut) e “Edifício Máster” e “Peões” (ambos de Eduardo Coutinho).

Fonte: Luiz Joaquim (Folha de Pernambuco - 24.03.08)

sexta-feira, 21 de março de 2008

Cursos de cinema

A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) divulgou nesta semana o cronograma de cursos técnicos do Centro Técnico Audiovisual do Nordeste (CTAV-NE). A partir de abril, o centro realizará oficinas de capacitação para o crescimento da atividade cinematográfica na região. Todas serão gratuitas e ministradas por profissionais de diversas partes do país.

Para se inscrever, os candidatos devem enviar um e-mail com o currículo para ctavne@fundaj.gov.br e ctavne@gmail.com. Os alunos serão selecionados pelos professores de cada curso e a divulgação será feita pelo site da Fundaj www.fundaj.gov.br e pelo site da Fundarpe www.cultura.pe.gov.br ou www.fundarpe.pe.gov.br.

Lista de cursos:

ASSISTÊNCIA DE CÂMERA 35mm (curso 1)

Professor: Hamilton Oliveira – BA
Hamilton Oliveira é um experiente diretor de fotografia com trajetória no cinema e na televisão, suas últimas realizações em longa foram os filmes Esses Moços, de José Araripe, Eu Me Lembro, de Edgard Navarro. Além de ter ministrado vários cursos e oficinas de formação na área.

Objetivo do curso: Qualificar como Assistentes de Câmera em 35 mm, profissionais que já atuem no mercado audiovisual regional, facilitando a realização de produções locais, que precisam trazer de fora esse profissional tão importante para a produção cinematográfica. O seu conteúdo programático vai desde noções básicas de iluminação para cinema, a câmera de cinema, foco e movimentos de câmera até os procedimentos de filmagem.

Inscrição: 18 a 29 de Março de 2008
Resultado: 01 de abril de 2008
Realização do curso: 7 a 12 de Abril de 2008
Número de Vagas: 15

CHEFE DE ELETRICISTA – LIGHTING GAFFER

Professor: Álvaro Brito - SP
Álvaro Brito é chefe de eletricista, iluminador, professor de iluminação do Senac SP e consultor técnico. No audiovisual trabalhou em diversos filmes, entre eles Alice, de Chico Teixeira e De Passagem de Ricardo Elias.

Objetivo do curso: Essa capacitação vem preencher uma importante lacuna na formação do profissional Chefe de Eletricista - Lighting Gaffer na região, que se encontra em desvantagem em relação à capacitação de outras funções. Estão previstas aulas práticas e teóricas com a utilização de equipamentos necessários no dia-dia dos melhores profissionais de elétrica no audiovisual da atualidade.

Inscrição: 31 de Março a 5 de Abril de 2008
Resultado: 8 de Abril de 2008
Realização do curso: 14 a 19 de Abril de 2008
Número de Vagas: 10

DESENHO DE SOM – CAPTAÇÃO

Professor: Nicolas Hallet - Bélgica
Nicolas Hallet é diretor, roteirista e técnico de som, formado em Cinema e Vídeo na Academie de Beaux Arts de Bruxelles, na Bélgica. Ministra cursos de captação de som desde 1999 no Brasil. Já trabalhou em dezenas de filmes, dentre eles: Pau Brasil, de Fernando Bélens; KFZ 1348, de Gabriel Mascaro e Marcelo Pedroso, recebeu o prêmio de melhor som no Festival Cine Ceará de 2005 pelo áudio do filme Entre Paredes, de Eric Laurence.

Objetivo do curso: Aprimoramento dos profissionais de áudio da região e tratará de conteúdos que vão desde a arte da captação até noções de física do som e acústica, o processo de gravação e suas adversidades, a importância de um projeto sonoro e a passagem do analógico para o digital.

Inscrição: 21 a 26 de Abril de 2008
Resultado: 29 de Abril de 2008
Realização do curso: 5 a 10 de Maio de 2008
Número de Vagas: 15

MONTAGEM

Professora: Karen Harley – PE
Karen Harley é pernambucana radicada no Rio de Janeiro, realizadora e montadora de cinema. Montou, entre outros, os filmes: Cinema, Aspirinas e Urubus, Baixio das Bestas, Janela da Alma, Hercules 56 e a A Festa da Menina Morta.

Objetivo do curso: Aprofundar o conhecimento sobre montagem cinematográfica e analisar a sua importância para a construção da narrativa do filme. Serão dadas aulas teóricas, com apresentação de trechos de filmes para apreciação e análise e aulas práticas em programa de edição não linear, Final Cut Pro.

Inscrição: 21 a 26 de Abril de 2008
Resultado: 30 de Abril de 2008
Realização do curso: 5 a 9 de Maio de 2008
Número de Vagas: 15

ASSISTÊNCIA DE CÂMERA 35mm (curso 2)

Professora: Andréa Scansani – SC
Andréa Scansani é Diretora de Fotografia; Formada pela ECA/USP em Cinema e Vídeo com especialização em Fotografia Cinematográfica; Especialização em Cinematografia na Escola de Drama e Cinema de Budapeste, Hungria; mestranda no Instituto de Artes da Unicamp, Docente do curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina; Ministrante do curso de assistência e operação de câmera desde 2000.

Objetivo do curso: O segundo curso de Assistência de Câmera em 35 mm tem como proposta traçar uma visão completa das funções do assistente e operador de câmera relacionando-o com a equipe de fotografia, e tratará desde as noções básicas de fotografia e formação da imagem, passando pela instrumentalização técnica do equipamento a ser utilizado. E a parte prática: montagem e desmontagem da câmera e acessórios, testes filmados de estabilidade e paralaxe, pratica de movimentos e acompanhamento de foco, carregar e descarregar chassi, organizar o material sensível, organizar o equipamento para retirada e devolução na locadora e analisar os resultados dos testes.

Inscrição: 28 de Abril a 3 de Maio de 2008
Resultado: 6 de Maio de 2008
Realização do curso: 12 a 19 de Maio de 2008
Número de Vagas: 15

DESENHO DE SOM – FINALIZAÇÃO

Professor: Armando Torres
Armando Torres é sound designer e trabalhou em diversos filmes como: Meu nome não é Johnny, Tropa de Elite, O Passado, Cidade dos Homens, Baixio das Bestas, O ano que meus pais saíram de férias, Cinema, aspirinas e urubus, O cheiro do ralo, Amarelo Manga, Lavoura Arcaica, e em diversas obras para televisão, como a mini-série A Pedra do Reino.

Descrição do curso: A capacitação em Desenho de Som - Finalização será um básico de edição de som para cinema e televisão, destacando os itens: desenho de som para cinema, mixagem para cinema e televisão, diferenças entre mixar para cinema e mixar para televisão e os sistemas de exibição para cinema: Dolby Digital-Dolby Sr-Thx-Sdds e Digital Cine.

Inscrição: 30 de Junho a 5 de Julho de 2008
Resultado: 8 de Julho de 2008
Realização do curso: 14 a 18 de Julho de 2008
Número de vagas: 15

CENOGRAFIA PARA CINEMA

Professor: Carlos Arthur Liuzzi- RJ
Carlos Arthur Liuzzi é arquiteto, fotógrafo, cenógrafo e diretor de arte com ampla formação acadêmica e experiência profissional. No cinema, fez a direção de arte de filmes como Matou a família e foi ao cinema, de Neville de Almeida e Lembranças do Futuro, de Ana Maria Magalhães. Na televisão fez a direção de arte do seriado Mulher e no Teatro a cenografia de O Analista de Bagé, de Paulo César Pereio, só para citar alguns exemplos.

Metodologia do curso: Irá tratar da formação da imagem moderna: arte-fotografia-cinema, cinema e realidade, cinema e teatro, arquitetura e cenografia, cenografia como força dramática, decupagem para um projeto cenográfico, mobiliário - iluminação e objetos de cena e a formação da equipe de cenografia. Além da execução de um projeto cenográfico para cinema, pondo em prática a matéria teórica comentada em sala.

Inscrição: 7 a 12 de Julho de 2008
Resultado: 15 de Julho de 2008
Realização do curso: 21 de Julho a 2 de agosto de 2008
Número de Vagas: 32